Devising a language of shared perspectives in a complicated global environment

By Dr. Jean Pierre Ometto,  

International Secretary, AGU Board of Directors 

On Thursday 16 April and Friday 17 April, the AGU Board of Directors gathered for its April meeting in Hoboken, New Jersey at the headquarters of our publishing partner, Wiley. The AGU Board meets with Wiley global leadership every other year to talk about the future of publishing and building our partnership. 

I was given the assignment to record and share our two-day Board meeting discussions and almost automatically, I took those notes in my native Portuguese. When it was time to submit this for distribution among all AGU members and generate an English translation, it caused me to reflect on how we see and process things. It also made me think about commonalities, especially across our global scientific enterprise.  

A visual representation created using AI of discussions had by AGU’s Board of Directors at the 16-17 April meeting in Hoboken, New Jersey.

 I certainly bring all of who I am and my experiences to the personal and professional challenges I observe and confront. Growing up in a Brazil that has evolved from military dictatorship to democracy to flirtations with authoritarianism and back again to democracy has formed me. And sitting on the AGU Board with its global representation has only deepened this appreciation. 

The April Board Meeting was a powerful reminder of how geopolitics may come and go, but conditions and structures are rooted in long-term perspectives.  

We opened the meeting with presentations from Wiley global leadership, including a discussion on the increase in the use of platforms based on artificial intelligence (AI). 

We took stock of global diversity and ecosystems and how that can meld into connecting people over and through AI tools. But also how regional particularities and pitfalls can play into this structure. 

Our discussions also focused on open access to publications. We explored the financial implications, contractual structures, and opportunities of open access. 

We affirmed AGU as a partner and a crucial seal of quality for Wiley and for the community. AGU is clearly an effective mechanism for disseminating scientific information. 

Later in the day our focus shifted to global perspectives.  

We specifically studied the need for deepening our understanding of varying points of view. And we heard directly from four current and past Board members from outside North America about how this shapes their approach to deliberation and decision making.  

We launched into a thoughtful conversation on the geopolitical and cultural challenges for integration. ​ 

We challenged ourselves by asking — What are the possibilities and opportunities to increase engagement? How can we co-create productive relationships without imposing our own cultural biases? 

We answered by looking at convenings big and small and how local engagement is key to true scientific advancement. This includes our annual meeting as well as Chapman Conferences and the sustained importance and involvement of the AGU Global Engagement Committee. 

Our second day opened with a deep, philosophical, and objective discussion on research briefs about critical and related topics – science and global issues. The AGU senior staff had also discussed these research briefs earlier in the year. The purpose of generative discussions is to look 10 or more years into the future and discuss risks and opportunities for AGU.  

We raised the following questions: 

 -How can we operate in the unknown?  

-How do we deal with balancing impact and opportunities while weighing synergistic and strategic influences?  

-And what of resilience and risk amidst all of this?  

We concluded by discussing how to better motivate volunteers to act as leaders and our role as a Board to move this forward. 

Construindo uma linguagem de visões compartilhadas em um complexo cenário global.

Por Dr. Jean Pierre Ometto,
Secretário Internacional do Conselho Diretor da AGU

Na quinta-feira, 16 de abril, e na sexta-feira, 17 de abril, o Conselho Diretor da AGU encontrou-se para sua reunião de abril em Hoboken, Nova Jersey, na sede de nossa parceira editorial, Wiley. O Conselho Diretor da AGU reúne-se com a liderança global da Wiley a cada dois anos para conversar sobre o futuro das publicações e o fortalecimento de nossa parceria.

A visual representation created using AI of discussions had by AGU’s Board of Directors at the 16-17 April meeting in Hoboken, New Jersey.

Recebi a tarefa de registrar e compartilhar as discussões de nossa reunião de dois dias do Conselho e, quase automaticamente, tomei essas notas em meu português nativo. Quando chegou o momento de encaminhar as anotações e distrobuí-las entre todos os membros da AGU gerando uma tradução para o inglês, isso me levou a refletir sobre releituras e tradução de idéias, conceitos e perspectivas. Também me fez pensar sobre pontos em comum, especialmente em toda a nossa empreitada científica global.

Certamente levo tudo o que sou e minhas experiências para os desafios pessoais e profissionais que observo e enfrento. Crescer em um Brasil que evoluiu da ditadura militar para a democracia, depois para flertes com o autoritarismo e novamente para a democracia nos leva a pensar e nos moldar a quem somos. E participar do Conselho da AGU, com sua representação global, aprofundou ainda mais essa minha percepção.

A reunião do Conselho de abril foi um poderoso lembrete de que as geopolíticas podem ir e vir, mas as condições e estruturas estão enraizadas em perspectivas de longo prazo.

Abrimos a reunião com apresentações da liderança global da Wiley, incluindo uma discussão sobre o aumento do uso de plataformas baseadas em inteligência artificial (IA).

Fizemos um balanço da diversidade global e dos sistemas sócio-ecológicos, e de como isso pode se fundir à conexão entre pessoas por meio de ferramentas de IA. Mas também de como particularidades regionais e armadilhas, ou desvios,  podem influenciar essa estrutura.

Nossas discussões também se concentraram no acesso aberto às publicações. Exploramos as implicações financeiras, as estruturas contratuais e as oportunidades do acesso aberto.

Reafirmamos a AGU como parceira e como um selo crucial de qualidade para a Wiley e para a comunidade. A AGU é claramente um mecanismo eficaz para disseminar informações científicas.

Mais tarde naquele dia, nosso foco mudou para perspectivas globais.

Estudamos especificamente a necessidade de aprofundar nossa compreensão de diferentes pontos de vista. E ouvimos diretamente de quatro atuais e ex-membros do Conselho de fora da América do Norte sobre como isso molda sua abordagem à deliberação e à tomada de decisões.

Iniciamos uma conversa reflexiva sobre os desafios geopolíticos e culturais   para a integração.

Desafiamos a nós mesmos perguntando: quais são as possibilidades e oportunidades para aumentar o engajamento? Como podemos ajudar a criar relações produtivas sem impor nossos próprios vieses culturais?

Respondemos olhando para reuniões e eventos de grande e pequeno porte e como o engajamento local é fundamental para um verdadeiro avanço científico. Isso inclui nossa reunião anual, bem como as Conferências Chapman e a importância contínua e a participação sustentada do Comitê de Engajamento Global da AGU.

Nosso segundo dia começou com uma discussão profunda, filosófica e objetiva sobre relatórios de pesquisa referentes a tópicos críticos e correlatos — ciência e questões globais.

A equipe sênior da AGU também havia discutido esses relatórios de pesquisa no início do ano. O propósito das discussões generativas é olhar 10 anos ou mais para o futuro e discutir riscos e oportunidades para a AGU.

Levantamos as seguintes questões:

– Como podemos operar no desconhecido?

– Como lidamos com o equilíbrio entre impacto e oportunidades, ao mesmo tempo em que avaliamos influências sinérgicas e estratégicas?

– E quanto à resiliência e ao risco em meio a tudo isso?

Concluímos discutindo como motivar melhor os voluntários a atuarem como líderes e nosso papel, como Conselho, para levar isso adiante.